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Vamos invadir nossa praia!

Quem não gosta de ter umas boas horas de descontração para refazer as energias e enfrentar com mais garra e disposição o dia-a-dia de trabalho? A Fundação gosta tanto dessa idéia que, em parceria com a VARIG, mantém toda uma estrutura em diversas cidades do Brasil, para você e sua família desfrutarem um lazer tranqüilo e seguro.

As atividades culturais, esportivas e recreativas são encaradas pela Fundação Ruben Berta como importantes instrumentos de integração, auto-realização e saúde preventiva para os filiados e seus familiares. Além do bem-estar dos beneficiários, o objetivo deste esforço é gerar motivação e um espírito de comprometimento em relação à entidade e à empresa – como está definido na missão da FRB. Ou seja, o bem-estar, a saúde e a cultura do funcionário são importantes elementos de apoio ao sucesso da VARIG.

Com estas metas, a Fundação promove ou apóia dezenas de eventos e atividades relacionadas à cultura, esportes e integração social em todo o Brasil, além de administrar Áreas de Lazer nas localidades onde a VARIG tem suas principais bases.
Estas Áreas são espaços privilegiados à disposição de todos os funcionários das empresas do Grupo VARIG, que podem levar suas famílias para uma diversão sadia nas folgas ou fins de semana. O ambiente é seguro e extremamente acolhedor – afinal, você está entre colegas de trabalho.
 

Em POA, são duas Áreas. Dentro do complexo da VARIG, no bairro de São João, além de quadras multiesportivas e ginásio coberto, o funcionário dispõe de uma completa academia, que em breve vai se transformar em uma “fisiodemia”, no prédio sede da Fundação, com equipamentos adequados para atender a prescrições fisioterápicas emitidas pelo Serviço Médico, além dos aparelhos comuns de musculação. Com isso, o funcionário não precisará perder várias horas de trabalho para fazer seu tratamento. 
 

 

 

Chuvisco de Guarulhos: um oásis

 

 

Distante cerca de 22 km, às margens do Guaíba, a FRB mantém o Recreio Pedra Redonda, 3,8 hectares de área verde com restaurante, doze churrasqueiras, sendo duas cobertas para 120 e 50 pessoas, cancha de bocha, sala de jogos, além de toda a segurança para você levar suas crianças e esquecer da vida.

No RIO, a grande Área na Ilha do Governador abriga também o Centro de Treinamento de Operações da VARIG, um ambiente acolhedor para a formação dos melhores profissionais aeronáuticos do Brasil. Para o lazer, propriamente dito, você conta com campos de futebol – o melhor de grama sintética do Rio está lá –, mais de uma dúzia de churrasqueiras, quadras de tênis e outros equipamentos esportivos, além de uma lanchonete e muita área verde com toda a segurança.

Os funcionários de SAO têm um oásis nas proximidades do Aeroporto de Congonhas. O Recreio Chuvisco é uma antiga sede de chácara – hoje um salão de festas – cercado de 16 mil metros de área verde, uma verdadeira preciosidade na árida capital paulista. Além de quadra de tênis, campo de futebol, churrasqueiras e uma lanchonete, conta com uma muito bem equipada academia, com salas separadas para musculação e atividades aeróbicas.

Nestas três cidades se concentram 55.748 dos 61.529 beneficiários da Fundação Ruben Berta – funcionários, dependentes e aposentados – que têm direito a uso dessas áreas. As demais onze áreas atendem a cerca de seis mil beneficiários. E esse universo de potenciais usuários pode chegar a cem mil pessoas, se forem contados os funcionários das demais empresas do Grupo e seus familiares.

Algumas das 14 Áreas de Lazer não são de propriedade da Fundação. O Recreio Açaí, em BEL, e o Vitória Régia, em MAO, são alugados; em  SSA, FOR, GYN e VIX foram feitos convênios com clubes locais.

“Os filiados da Fundação são usuários especiais desses clubes”, explica Geraldo Maciel, Gerente Geral de Benefícios Sociais e Recreativos. Esses convênios são uma experiência interessante, pois foram implantados em cidades onde a freqüência não comportava a manutenção de uma Área de Lazer própria. Com a contratação de um clube, a freqüência cresceu e a satisfação do filiado aumentou. “É uma prática que poderemos ampliar para outras bases”, afirma Geraldo.


 

 

Delfim Almeida:
“Não podemos deixar toda esta estrutura ociosa”

 

 

A satisfação e freqüência são fundamentais para a manutenção desta atividade da Fundação.“Nós, funcionários da VARIG, temos que assumir as Áreas de Lazer”, diz o membro da Comissão Regional de São Paulo, Delfim da Costa Almeida, que, juntamente com outros colegas, pretende incrementar as atividades do Gefuvar/CGH. “É um absurdo termos um lugar maravilhoso como este freqüentado por um pequeno número de filiados e um grande número de convidados.” Os convidados a que Delfim se refere são os amigos de funcionários que vão às Áreas da Fundação participar de churrascos, jogos de futebol, malhar nas academias.  
 

“É razoável o funcionário trazer os familiares, um ou outro amigo, de vez em quando”, pondera, “mas o que se vê são times inteiros jogando, com um ou dois funcionários da VARIG; a academia cheia de funcionários de outras empresas aéreas trazidos por colegas nossos. Precisamos assumir as Áreas de Lazer para nosso usufruto exclusivo.”

Delfim lembra ainda que o bem-estar de um funcionário da empresa concorrente contribui para o seu sucesso. E completa: “Somos nós que temos que reverter essa situação. Precisamos pegar nossas famílias e ir para as Áreas de Lazer, em grande número e constantemente. Não podemos deixar toda esta estrutura ociosa.”

Ociosidade foi exatamente o que fez com que se desativasse o Chuvisco de Guarulhos – implantado por solicitação dos funcionários da base, mas que nunca teve a freqüência esperada. “Precisamos ir a Guarulhos conversar com os nosso filiados e estudar uma solução concreta”, diz Geraldo Maciel. “Não podemos deixar uma base importante como aquela carente de um espaço para atividades recreativas, mas é preciso que o filiado diga o que quer e se comprometa com essa solução.”

Em outras bases a situação não é tão difícil. Há cidades em que o costume de se reunirem colegas de trabalho para atividades de lazer garante o sucesso da estrutura. O Gefuvar de  BSB, por exemplo, tem feito um trabalho excelente, fazendo pesquisas com o grupo funcional antes de criar sua programação. O resultado é uma grande participação dos usuários. Em paralelo, há um trabalho constante integrado com o Serviço Social – ainda mais amplo graças à regionalização – com as atividades organizadas dos beneficiários, como os grupos de escoteiros e grupos culturais de aposentados, que utilizam intensivamente as Áreas de Lazer.

Há pendências a resolver, há demandas a atender, mas tudo depende de trabalho da FRB e da participação dos beneficiários. “Esta é uma empresa incomum”, observa Geraldo, “do tamanho do Brasil. Por isso, o filiado e seus familiares são bem vindos em qualquer Área de Lazer, e não apenas na de sua base.